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O câncer e as diversas alterações negativas na composição e função corporal

Posted @withregram • @drpaulogentil O câncer em si gera diversas alterações negativas na composição e função corporal, como perda de massa muscular e de força. Durante o tratamento a fragilidade se acentuar e muitas pessoas ficam em dúvida se seria ou não seguro se exercitar. . Henriksson et al. (2021) acompanharam quase 600 pacientes em tratamento para câncer de mama, próstata ou colorretal por 6 meses. Os pacientes recebiam programas com musculação e aeróbio em intensidade alta (séries máximas de musculação e treino intervalado nos aeróbios) ou moderada (séries submáximas de musculação e contínuo de baixa intensidade nos aeróbios). Os resultados revelaram que, no geral, fazer exercício não estava associado ao aumento de eventos adversos sérios. Interessante que isso não dependia de fatores como intensidade dos treinos, capacidade inicial do paciente, tipo de tratamento realizado. Para tranquilizar, os eventos sérios foram apenas 3: 2 mulheres tiveram tonturas durante o treino intervalado (mas se recuperaram logo) e 1 homem tropeçou em uma remada e quebrou o dedo. Importante destacar que havia várias pessoas com câncer de mama e cateteres, mas a prática de exercício, mesmo intenso, não agravou linfedema e nem causou problemas com o cateter. . A realização de atividades intensas estava associada a mais desconfortos musculares, o que é compreensível. Inclusive os autores destacam que isso ocorre de modo similar em pessoas “saudáveis”. . Muito importante essa informação para as pessoas perderem medo já que sedentarismo, perda de massa muscular e baixa capacidade física estão associadas com redução na expectativa e na qualidade de vida dos pacientes. Ou seja, as pessoas precisam se exercitar para viver mais e melhor!! . Para quem gosta dessa área, tenho aulas muito boas sobre o tema no #Nerdflix (link no perfil) em que, inclusive trago questões práticas de como exercitar as pessoas em diferentes tratamentos. Corre lá!! .

teamcerebro #nobrainnogain #conhecimentoépoder

de massa muscular e de força. Durante o tratamento a fragilidade se acentuar e muitas pessoas ficam em dúvida se seria ou não seguro se exercitar. . Henriksson et al. (2021) acompanharam quase 600 pacientes em tratamento para câncer de mama, próstata ou colorretal por 6 meses. Os pacientes recebiam programas com musculação e aeróbio em intensidade alta (séries máximas de musculação e treino intervalado nos aeróbios) ou moderada (séries submáximas de musculação e contínuo de baixa intensidade nos aeróbios). Os resultados revelaram que, no geral, fazer exercício não estava associado ao aumento de eventos adversos sérios. Interessante que isso não dependia de fatores como intensidade dos treinos, capacidade inicial do paciente, tipo de tratamento realizado. Para tranquilizar, os eventos sérios foram apenas 3: 2 mulheres tiveram tonturas durante o treino intervalado (mas se recuperaram logo) e 1 homem tropeçou em uma remada e quebrou o dedo. Importante destacar que havia várias pessoas com câncer de mama e cateteres, mas a prática de exercício, mesmo intenso, não agravou linfedema e nem causou problemas com o cateter. . A realização de atividades intensas estava associada a mais desconfortos musculares, o que é compreensível. Inclusive os autores destacam que isso ocorre de modo similar em pessoas “saudáveis”. . Muito importante essa informação para as pessoas perderem medo já que sedentarismo, perda de massa muscular e baixa capacidade física estão associadas com redução na expectativa e na qualidade de vida dos pacientes. Ou seja, as pessoas precisam se exercitar para viver mais e melhor!! . Para quem gosta dessa área, tenho aulas muito boas sobre o tema no #Nerdflix (link no perfil) em que, inclusive trago questões práticas de como exercitar as pessoas em diferentes tratamentos. Corre lá!! .

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